Introdução
A
palavra “motivação” é, actualmente, uma das mais usadas pelos professores e
outros responsáveis pela educação, em particular a educação formal, para
justificar quer o insucesso quer o sucesso dos alunos, em particular no ensino
e na aprendizagem da ciência escolar. Muitos professores colocam a alegada
“falta de motivação” dos alunos como primeiro obstáculo à compreensão e
aprendizagem dos conteúdos escolares. Curiosamente, grande parte das
dificuldades do professor tem também origem na sua motivação para o
desenvolvimento de um sólido conhecimento profissional, susceptível de o ajudar
na difícil tarefa de diagnosticar os interesses e necessidades dos alunos e de
ter em conta as diferenças individuais e outros problemas e condicionantes de
aprendizagem (Campos, 1986)
O presente trabalho fala sobre os componentes do processo de ensino e aprendizagem. (A motivação e aprendizagem, ensinar e aprender, instrução e educação e por fim a as interações entre o professor-aluno e aluno-aluno não esquecendo das relações existentes.
Motivação e aprendizagem
Nos contextos de aprendizagem, como apontam Stipek (1998) e Printrich
(2003), a motivação pode ser inferida por meio de comportamentos observáveis
dos alunos, os quais incluem o iniciar rapidamente uma tarefa e empenhar-se
nela com esforço, persistência e verbalizações. Segundo Nieto (1985), a maioria
dos psicólogos define motivação como um processo que tenta explicar factores de
activação, direcção e manutenção da conduta, face a um objectivo desejado
Seja qual for a perspectiva que se adopte, o que sempre se verifica é a existência de dois tipos de motivação: extrínseca e intrínseca.
Tipos de motivações.
Falar dos tipos de motivações no processo de ensino e
aprendizagem
Elas subdividem-se em dois: (extrínseca e intrínseca)
Na motivação extrínseca,
o controlo da conduta é decisivamente influenciado pelo meio exterior, não
sendo os fatores motivacionais inerentes nem ao sujeito nem à tarefa, mas
simplesmente o resultado da interação entre ambos.
Na motivação intrínseca, ao contrário, o
controlo da conduta depende sobretudo do sujeito em si, dos seus próprios
interesses e disposições.
A motivação extrínseca está assim relacionada, tal como reforça Tapia (1997), com metas externas, ou seja, com situações em que a conduta se produz com a finalidade de apenas se receber uma recompensa ou se evitar qualquer punição ou castigo. Nessas situações, o sujeito preocupa-se sobretudo com a sua imagem, com o seu “eu”. A motivação intrínseca corresponde, por seu turno, a situações em que não há necessariamente recompensa deliberada, ou seja, relaciona-se com tarefas que satisfazem por si só o sujeito; correspondem-lhe, por isso, metas internas. Vários autores identificam as metas externas como metas de rendimento e as metas internas como metas de aprendizagem (Arias, 2004).
Relação da motivação e aprendizagem
A motivação e a
aprendizagem relacionam-se na medida em que:
A motivação
refere-se ao comportamento causado por necessidades dentro do individuo e que é
dirigido em direcção aos objectos que podem satisfazer esses processos. Um
motivo refere-se a um estado de tensão uma impulsão interna que dirigem mantem
o comportamento voltando para o objectivo que é neste caso um incentivo.
E falar da aprendizagem é um processo integrado que provoca uma transformação qualitativa na estrutura mental daquele que aprende. Essa transformação se dá das alterações de conduta de um individuo, seja por condicionalmente operante, experiência ou ambos, de uma forma razoavelmente permanente.
Ensinar
e aprender
Ensinar e aprender
são duas actividades distintas. Pode-se ensinar sem que alguém aprenda o que
quer que seja e pode-se aprender sem que haja alguém a ensinar.
Na sala de aula, temos o professor que, supostamente, deve ensinar os alunos e
temos os alunos que, supostamente, devem aprender aquilo que o professor
pretende ensinar. No entanto, a realidade tem mostrado que, em muitas turmas,
mais de 50% dos alunos não aprendem os mínimos que supostamente deveriam
aprender.
Evidentemente que as causas para este insucesso são diversificadas, como
sabemos. O nosso objectivo, neste texto, não é o de dissecar as múltiplas
causas do insucesso escolar do aluno, mas apenas o de pôr em confronto estes
dois conceitos, estas duas actividades que são: ensinar e aprender.
Suponhamos então que os alunos da nossa turma são atentos, são disciplinados e
gostam de aprender. Continuamos a dizer que, mesmo nestas circunstâncias,
ensinar e aprender são duas
realidades de tal maneira distintas que podem conduzir ao insucesso da turma.
De acordo com as ideias do Jonas disse
ele que ensinar é dar alguém conhecimentos. E uma forma sistemática de
transmitir conhecimentos utilizada pelos humanos para
Instruir e educar
seus semelhantes. O ensino pode ser praticado de diferentes formas as principai
são; Formal, informal e não formal.
O ensino formal é aquele
praticado pelas instituições de ensino, com respaldo de conteúdo, forma,
certificação e profissionais de ensino.
O ensino informal está
relacionado ao processo de socialização do
homem. Ocorre durante toda a vida, muitas vezes até mesmo de forma não
intencional.
O ensino não formal, por sua vez, é intencional. Em
geral, é aquele relacionado a processos de desenvolvimento de consciência
política e relações sociais de poder entre os cidadãos, praticadas por
movimentos populares, associações e grémios.
Os
limites entre essas três categorias de educação não são extremamente rígidos,
são permeáveis. Pois estamos aprendendo constantemente e por diferentes vias e
agentes. Fazendo um paralelismo entre os paradigmas da aprendizagem e o
ensino, podemos associar, a cada corrente teórica, técnicas de ensino mais
adequadas ao processo de aprendizagem:
Paradigma behaviorista
- Exercícios de
repetição
- Ensino
individualizado
- Demonstrações
para imitação
- Memorização
Paradigma cognitivista
·
Ensino pela descoberta
·
Apresentação dos objectivos
·
Questionários orientados para a
compreensão
·
Esquemas
- Debates
- Discussões
- Estudo de casos
Paradigma humanista
- Ensino
individualizado
- Discussões
- Debates
- Painéis
- Simulações
- Jogos de Papéis
- Resolução de
Problemas
Paradigma
social
- Imitação
- Debates
- Jogos de papéis
- Discussões
· Debates
Relação de ensinar e aprender
Não se ensina sem que haja alguém que aprende e
não se aprende sem que haja alguém a ensinar para dizer que existe uma relação
de interdependência.
Por que razão (ou razões), então, aquilo que se ensina
não é aprendido?
Na verdade, há variadíssimas razões para o facto, as quais podem conduzir a um
insucesso na turma, maior ou menor consoante a disparidade entre aquilo que se
ensinou e aquilo que se aprendeu.
Assim, temos, entre outras, as seguintes razões:
1. O professor não sabe expressar convenientemente os seus pensamentos, as suas
ideias.
2. O professor comete erros técnicos, com alguma frequência, que vêm a
revelar-se nefastos (originando contradições, incoerências, etc.) para a
correcta aprendizagem do aluno.
3. O professor parte do princípio que o aluno já sabe determinados conceitos
(pré-requisitos), quando não é verdade.
4. O professor utiliza uma linguagem que os alunos têm dificuldade em
compreender, ou compreendem-na erradamente.
5. O professor explica os assuntos com um ritmo demasiado elevado para a
adequada assimilação por parte dos alunos em presença, ou ainda em função da
complexidade da matéria.
6. O professor tem deficiências pedagógicas graves, não utilizando
correctamente as regras da pedagogia e as técnicas da boa comunicação.
7. O professor encontra-se a um nível de conhecimentos demasiado elevado
relativamente ao dos alunos e não consegue descer ao nível das suas
dificuldades.
Estas são algumas das razões que podem explicar o abismo que muitas vezes
existe entre aquilo que se ensina e o que se aprende!
Na verdade, todas as razões apontadas são válidas e cada professor, ao longo da
sua carreira, já teve algumas delas em maior ou menor grau. Com a experiência
entretanto adquirida, vai limando arestas e algumas das suas deficiências vão
desaparecendo, ao longo do tempo. Não queremos dizer que o professor se torna
um profissional perfeito, sem deficiências, mas apenas que se torna cada vez
melhor. Há, no entanto, professores que evoluem mais do que outros – são
professores mais competentes – tal como há alunos que evoluem mais do que
outros – são melhores
Instrução e Educação
A educação se
refere ao processo de desenvolvimento unilateral da personalidade envolvendo a
formação de qualidades humanas, -físicas, morais, intelectuais, estéticas-
tendo em vista a orientação da atividade humana na sua relação com o meio
social, num determinado contexto de relações sociais.
Educação é a
instituição social que se ordena no sistema educacional de um país, num
determinado momento histórico; é um produto, significando os resultados obtidos
na ação educativa conforme propósitos sociais e políticos pretendido; é um
processo por consistir de transformações sucessivas tanto no sentido histórico
quanto no desenvolvimento da personalidade.
Instrução se
refere a formação e desenvolvimento da capacidade cognoscitivas mediante o
domínio de certo nível de conhecimentos sistemáticos.
Ensino,
corresponde a ações, meios e condições para realização da instrução, é o
principal meio e fator da educação.
Relação entre
instrução e educação " Há uma unidade entre educação e instrução. Pode-se
instruir sem educar e educar sem instruir.
Pedagogia "
estuda a educação. Coloca a ação educativa como objeto de reflexão, visando
descrever e explicar sua natureza, seus determinantes, seus processos e modos
de atuar.
O trabalho
docente, isto é, a efetivação da tarefa de ensinar, é uma modalidade de trabalho
pedagógica e dele se ocupa a didática.
Processo
pedagógico " orienta a educação para as suas finalidades específicas,
determinadas socialmente, mediante a teoria e a metodologia da educação e
instrução.
Educação consiste
na mudança de comportamento frente a alguma instrução ou informação adquirida.
Para que isso seja possível, é preciso um programa disciplinar com um objetivo
muito bem definido, que terá como conteúdo instruções que possibilitarão a
mudança ou transformação.
A educação, bem
como a instrução, pode ser autodirigida, sem dirigida ou dirigida. No caso das
crianças, ela sempre será dirigida, com instruções ou conteúdos escolhidos
pelos pais, de acordo com o objetivo que querem atingir. Conforme os filhos e
alunos vão adquirindo maturidade, estes podem começar a traçar os objetivos de
vida para si e buscar as informações necessárias para atingi-los.
O processo
educacional de um adulto envolve os três tipos de educação e instrução, que
variarão de acordo com o objetivo que estes desejam alcançar.
Portanto, ninguém
educa ninguém, só o ser escolhe que informações, que instrução recebida deverá
aplicar na sua vida e isto explica, claramente, as diferenças de formação entre
dois filhos que foram criados da mesma forma: cada um escolheu os valores e
informações que fariam parte de sua personalidade.
Contudo, a
melhor forma de se escolher é conseguir observar na vida prática de outra
pessoa, quais os resultados de suas escolhas, por isso é que pais e professores
devem cuidar de se educar e ser felizes, pois as suas escolhas são observadas
pelos pequenos e nelas se baseiam as suas decisões de vida futura.
Este é um
termo que tem sido utilizado indistintamente para se referir ao que se define
como educação, e também tem sido empregado com a denotação dada aqui de ensino.
Isso traz consigo um grande dilema. Soma-se a essa ambiguidade do termo, o fato
de existirem erros de tradução de um idioma a outro. Mas, como o objetivo não é
fazer a história das denotações desta palavra, se passa a delimitar sua
concepção neste trabalho.
Segundo
Baranov, S.P. et al. (1989, p. 22) "a instrução constitui o aspecto da
educação que compreende o sistema de valores científicos culturais, acumulados
pela humanidade". Nesta perspetiva nota-se a coincidência com o próprio
termo de educação. A instrução, não é diretamente um aspecto da educação, nem
reside dentro desta, nem é inerente a ela; porém, deve ser considerada essa
instrução, como uma das melhores formas de aperfeiçoar e otimizar o processo
educativo, o que é diferente.
A instrução
não é inerente à educação; não obstante, através da instrução pode-se
desenvolver a educação. Se os especialistas que consideram a instrução ou
ensino como parte inerente à educação, se eles estiveram certos, não existiriam
pessoas bem instruídas, pessoas já formadas, porém más educadas. Ou também, não
existiriam analfabetos, sem alguma instrução, com uma "boa educação".
A
instrução não é inerente à educação; não obstante, através da instrução pode-se
desenvolver a educação. Se os especialistas que consideram a instrução ou
ensino como parte inerente à educação, se eles estiveram certos, não existiriam
pessoas bem instruídas, pessoas já formadas, porém más educadas. Ou também, não
existiriam analfabetos, sem alguma instrução, com uma "boa educação".
É muito
mais preciso, desde a óptica deste trabalho, o conceito de instrução valorado
pelos alemães Neuner, G, et al. (1981, p. 112) enfatizando que na literatura
pedagógica o conceito de instrução se emprega, na maioria das vezes, com a
significação de ministrar e assimilar conhecimentos e habilidades, com a
formação de interesses cognoscitivos e talentos, e com a preparação para as
atividades profissionais.
É possível
que uma das causas pela qual a Didática seja considerada uma disciplina da
Pedagogia consiste na falsa concepção de que a educação leva implícita dentro
de si o processo de ensino. Portanto, como se expresso anteriormente que na
língua científica não admite a sinonímia, Educação, Ensino e Instrução designam
realidades diferentes.
A Educação se centra na formação do ser humano, especificamente na construção da personalidade, enquanto o Ensino reflete o processo de otimização da aprendizagem (aprendência), a qual ajuda na formação do ser humano, mas não o define. Já a Instrução é uma forma de manifestar-se o ensino, onde se focaliza os aspectos de conhecimentos e saberes da realidade objetiva e subjetiva, que complementam o treinamento e a formação.
Interação professor-aluno
A relação educador-educando
não deve ser uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de
respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito
interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento. Assumindo o
educador um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo mais
experiente. Por essa razão cabe ao professor considerar também, o que o aluno
já sabe, sua bagagem cultural e intelectual, para a construção da aprendizagem.
O
professor e os colegas formam um conjunto de mediadores da cultura que
possibilita progressos no desenvolvimento da criança. Nessa perspectiva, não
cabe analisar somente a relação professor-aluno, mas também a relação
aluno-aluno. Para Vygotsky, a construção do conhecimento se dará coletivamente,
portanto, sem ignorar a ação intrapsíquica do sujeito.
Para
Piaget a aprendizagem do estudante será significativa quando esse for um
sujeito ativo. Isso se dará quando a criança receber informações relativas ao
objeto de estudo para organizar suas atividades e agir sobre elas. Geralmente
os professores “jogam” somente os símbolos falados e escritos para os alunos,
alegando a falta de tempo. Segundo Piaget esse tempo utilizado apenas para a
verbalização do professor é um tempo perdido, e se gastá-lo permitindo que os
alunos usem a abordagem tentativa e erro, esse tempo gasto a mais, será na
verdade um ganho.
O modelo
tradicional de intervenção do professor consiste em explicar como resolver os
problemas e dizer “está certo” ou “está errado”. Isso está contra a teoria da
psicologia genética de Piaget, que coloca a importância da observação do
professor sobre o aluno. Uma observação criteriosa, para ver o momento de
desenvolvimento que a criança está vivendo, assim saber que atividade cognitiva
aquele aluno estará apto a investigar. O professor será o incentivador, o
encorajador para a iniciativa própria do estudante.
Como é a convivência em sua sala de aula?
Essa é
uma pergunta essencial que educadores de todos os níveis de aprendizado devem
se fazer. Afinal, ter uma boa convivência com os alunos, em vez de alimentar
relações conflituosas e de tensão, é uma ótima forma de garantir um ambiente
saudável, muito mais propício ao aprendizado.
Salas de
aula com brigas constantes, alunos desafiando a autoridade do professor a todo
momento e processos de intimidação definitivamente não favorecem a convivência
adequada entre professores e alunos. Mas fato é que, infelizmente, essa tensão
pode estar ainda mais presente no ensino de adolescentes da chamada geração Z.
A relação professor-aluno é fundamental em todos os níveis e modalidades de ensino. Através dela o aluno pode ser motivado construir o seu conhecimento.
Interação aluno-aluno
A pesquisa sobre
as características interativas sugere que os alunos convencionais tem
posicionamentos mais favoráveis quanto aos aspectos da aprendizagem.
A interação
aluno-aluno são mais importantes para os alunos convencionais mais suáveis e
lideres para aqueles mais inibidos e agressivos do sistema a distância.
A relação dos alunos entre si na sala de aula. Dentro da sala de aula não existe somente a relação entre os alunos e o professor, há também a relação entre os próprios alunos, que é de suma importância, pois quando usada com estrutura e senso de direcção professor consegue transmitir-lhes mensagens. O professor ao fazer isso necessita de cuidado, que para que as situações criadas não levem à rivalidade, à competividade e sim à cooperatividade.
Conclusão
Em primeiro gostaria de agradecer ao formador
Júlio Lourenço Chimonzo por nos dar de investigação científica para o bom
melhoramento nos nossos estudos sobre os componentes do processo de ensino
aprendizagem.
A divulgação científica sobre temas de educação e de ensino, especificamente, faz com que a cada dia se siga desvirtuando essas atividades; e por tanto, o investimento financeiro, material e humano do Sistema Nacional de Educação, não seja efetivo. Já este aspecto não é uma questão científica propriamente, corresponde à política científica tecnológica para serem aplicadas no contexto social. O objetivo aqui é só, esclarecer, desde nosso modesto ponto de vista, a necessária distinção entre Educação, Ensino e Instrução. A partir daqui, ficaria mais claro os outros aspectos que ajudam a desmitificar a falsa unidade dialética entre educação e ensino. Assim lograríamos um dia, a necessária sentença de que devemos ensinar educando, mas não só educar ensinando. Isso é fundamental para poder redimensionar o papel da escola dentro da sociedade. Esta distinção não focaliza distinção, só por distinguir, senão leva implícito um posicionamento dinâmico-participativo sobre o fato que ensinar não é diretamente proporcional à educação. O ensino em si é a forma ótima para desenvolver o processo educativo, mas não a educação como um todo.
Recomendações
Venho por este meio recomendar-vos a uma boa
continuidade a aplicar-se intensivamente nos estudos em função dos requisitos
da formação, respeitando um do outro, a comunidade próxima da instituição, a
direcçao da escola.
Aos formadores, recomendo que procedam de maneira
equitativa na avaliação dos seus formandos, não se deixado levar levar pelos
preconceitos.
E aos leitores em geral, que tenham este trabalho como manual de apoio para o tema em desenvolvimento, o que lhes será útil no momento que procurarem conteúdos sobre os componentes do processo de ensino e aprendizagem.
Bibliografia
Arias, J. F. (2004). Perspectivas recientes en el estúdio de la motivación:
la teoría de la orientación de meta. Revista Electrónica de
Investigación Psicoeducativa, 2 (1),
35-62.
Disponível em: http://www.investigacion-psicopedagogica.org
Boruchovitch, E. (1999). Estratégias de aprendizagem e desempenho escolar:
Considerações para a prática educacional. Psicologia: Reflexão e
Crítica, 12 (2),
361- 367.
Boruchovitch, E.
(2009). A motivação do aluno (4.ª ed.). Rio de Janeiro: Editora
Vozes.