20 abril, 2020

Motivação e Aprendizagem, Ensinar e Aprender, Instrução e Educação

Introdução

A palavra “motivação” é, actualmente, uma das mais usadas pelos professores e outros responsáveis pela educação, em particular a educação formal, para justificar quer o insucesso quer o sucesso dos alunos, em particular no ensino e na aprendizagem da ciência escolar. Muitos professores colocam a alegada “falta de motivação” dos alunos como primeiro obstáculo à compreensão e aprendizagem dos conteúdos escolares. Curiosamente, grande parte das dificuldades do professor tem também origem na sua motivação para o desenvolvimento de um sólido conhecimento profissional, susceptível de o ajudar na difícil tarefa de diagnosticar os interesses e necessidades dos alunos e de ter em conta as diferenças individuais e outros problemas e condicionantes de aprendizagem (Campos, 1986)

O presente trabalho fala sobre os componentes do processo de ensino e aprendizagem. (A motivação e aprendizagem, ensinar e aprender, instrução e educação e por fim a as interações entre o professor-aluno e aluno-aluno não esquecendo das relações existentes. 

Motivação e aprendizagem

 Nos contextos de aprendizagem, como apontam Stipek (1998) e Printrich (2003), a motivação pode ser inferida por meio de comportamentos observáveis dos alunos, os quais incluem o iniciar rapidamente uma tarefa e empenhar-se nela com esforço, persistência e verbalizações. Segundo Nieto (1985), a maioria dos psicólogos define motivação como um processo que tenta explicar factores de activação, direcção e manutenção da conduta, face a um objectivo desejado

Seja qual for a perspectiva que se adopte, o que sempre se verifica é a existência de dois tipos de motivação: extrínseca e intrínseca.

Tipos de motivações.

Falar dos tipos de motivações no processo de ensino e aprendizagem

Elas subdividem-se em dois: (extrínseca e intrínseca)

Na motivação extrínseca, o controlo da conduta é decisivamente influenciado pelo meio exterior, não sendo os fatores motivacionais inerentes nem ao sujeito nem à tarefa, mas simplesmente o resultado da interação entre ambos.

 Na motivação intrínseca, ao contrário, o controlo da conduta depende sobretudo do sujeito em si, dos seus próprios interesses e disposições.  

A motivação extrínseca está assim relacionada, tal como reforça Tapia (1997), com metas externas, ou seja, com situações em que a conduta se produz com a finalidade de apenas se receber uma recompensa ou se evitar qualquer punição ou castigo. Nessas situações, o sujeito preocupa-se sobretudo com a sua imagem, com o seu “eu”. A motivação intrínseca corresponde, por seu turno, a situações em que não há necessariamente recompensa deliberada, ou seja, relaciona-se com tarefas que satisfazem por si só o sujeito; correspondem-lhe, por isso, metas internas. Vários autores identificam as metas externas como metas de rendimento e as metas internas como metas de aprendizagem  (Arias, 2004). 

Relação da motivação e aprendizagem

A motivação e a aprendizagem relacionam-se na medida em que:

A motivação refere-se ao comportamento causado por necessidades dentro do individuo e que é dirigido em direcção aos objectos que podem satisfazer esses processos. Um motivo refere-se a um estado de tensão uma impulsão interna que dirigem mantem o comportamento voltando para o objectivo que é neste caso um incentivo.

E falar da aprendizagem é um processo integrado que provoca uma transformação qualitativa na estrutura mental daquele que aprende. Essa transformação se dá das alterações de conduta de um individuo, seja por condicionalmente operante, experiência ou ambos, de uma forma razoavelmente permanente.

Ensinar e aprender

Ensinar e aprender são duas actividades distintas. Pode-se ensinar sem que alguém aprenda o que quer que seja e pode-se aprender sem que haja alguém a ensinar.
Na sala de aula, temos o professor que, supostamente, deve ensinar os alunos e temos os alunos que, supostamente, devem aprender aquilo que o professor pretende ensinar. No entanto, a realidade tem mostrado que, em muitas turmas, mais de 50% dos alunos não aprendem os mínimos que supostamente deveriam aprender.
Evidentemente que as causas para este insucesso são diversificadas, como sabemos. O nosso objectivo, neste texto, não é o de dissecar as múltiplas causas do insucesso escolar do aluno, mas apenas o de pôr em confronto estes dois conceitos, estas duas actividades que são: ensinar e aprender.
Suponhamos então que os alunos da nossa turma são atentos, são disciplinados e gostam de aprender. Continuamos a dizer que, mesmo nestas circunstâncias, ensinar e aprender são duas realidades de tal maneira distintas que podem conduzir ao insucesso da turma.
De acordo com as ideias do Jonas disse ele que ensinar é dar alguém conhecimentos. E uma forma sistemática de transmitir conhecimentos utilizada pelos humanos para

Instruir e educar seus semelhantes. O ensino pode ser praticado de diferentes formas as principai são; Formal, informal e não formal.

O ensino formal é aquele praticado pelas instituições de ensino, com respaldo de conteúdo, forma, certificação e profissionais de ensino.

O ensino informal está relacionado ao processo de socialização do homem. Ocorre durante toda a vida, muitas vezes até mesmo de forma não intencional.

O ensino não formal, por sua vez, é intencional. Em geral, é aquele relacionado a processos de desenvolvimento de consciência política e relações sociais de poder entre os cidadãos, praticadas por movimentos populares, associações e  grémios.

            Os limites entre essas três categorias de educação não são extremamente rígidos, são permeáveis. Pois estamos aprendendo constantemente e por diferentes vias e agentes. Fazendo um paralelismo entre os paradigmas da aprendizagem e o ensino, podemos associar, a cada corrente teórica, técnicas de ensino mais adequadas ao processo de aprendizagem:

Paradigma behaviorista

  • Exercícios de repetição
  • Ensino individualizado
  • Demonstrações para imitação
  • Memorização

Paradigma cognitivista

·         Ensino pela descoberta

·         Apresentação dos objectivos

·         Questionários orientados para a compreensão

·         Esquemas

  • Debates
  • Discussões
  • Estudo de casos

Paradigma humanista

  • Ensino individualizado
  • Discussões
  • Debates
  • Painéis
  • Simulações
  • Jogos de Papéis
  • Resolução de Problemas

Paradigma social

  • Imitação
  • Debates
  • Jogos de papéis
  • Discussões

·         Debates

Relação de ensinar e aprender

Não se ensina sem que haja alguém que aprende e não se aprende sem que haja alguém a ensinar para dizer que existe uma relação de interdependência.

Por que razão (ou razões), então, aquilo que se ensina não é aprendido?
Na verdade, há variadíssimas razões para o facto, as quais podem conduzir a um insucesso na turma, maior ou menor consoante a disparidade entre aquilo que se ensinou e aquilo que se aprendeu.
Assim, temos, entre outras, as seguintes razões:
1. O professor não sabe expressar convenientemente os seus pensamentos, as suas ideias.
2. O professor comete erros técnicos, com alguma frequência, que vêm a revelar-se nefastos (originando contradições, incoerências, etc.) para a correcta aprendizagem do aluno.
3. O professor parte do princípio que o aluno já sabe determinados conceitos (pré-requisitos), quando não é verdade.
4. O professor utiliza uma linguagem que os alunos têm dificuldade em compreender, ou compreendem-na erradamente.
5. O professor explica os assuntos com um ritmo demasiado elevado para a adequada assimilação por parte dos alunos em presença, ou ainda em função da complexidade da matéria.
6. O professor tem deficiências pedagógicas graves, não utilizando correctamente as regras da pedagogia e as técnicas da boa comunicação.
7. O professor encontra-se a um nível de conhecimentos demasiado elevado relativamente ao dos alunos e não consegue descer ao nível das suas dificuldades.
Estas são algumas das razões que podem explicar o abismo que muitas vezes existe entre aquilo que se ensina e o que se aprende!
Na verdade, todas as razões apontadas são válidas e cada professor, ao longo da sua carreira, já teve algumas delas em maior ou menor grau. Com a experiência entretanto adquirida, vai limando arestas e algumas das suas deficiências vão desaparecendo, ao longo do tempo. Não queremos dizer que o professor se torna um profissional perfeito, sem deficiências, mas apenas que se torna cada vez melhor. Há, no entanto, professores que evoluem mais do que outros – são professores mais competentes – tal como há alunos que evoluem mais do que outros – são melhores

Instrução e Educação

A educação se refere ao processo de desenvolvimento unilateral da personalidade envolvendo a formação de qualidades humanas, -físicas, morais, intelectuais, estéticas- tendo em vista a orientação da atividade humana na sua relação com o meio social, num determinado contexto de relações sociais.

Educação é a instituição social que se ordena no sistema educacional de um país, num determinado momento histórico; é um produto, significando os resultados obtidos na ação educativa conforme propósitos sociais e políticos pretendido; é um processo por consistir de transformações sucessivas tanto no sentido histórico quanto no desenvolvimento da personalidade.

Instrução se refere a formação e desenvolvimento da capacidade cognoscitivas mediante o domínio de certo nível de conhecimentos sistemáticos.

Ensino, corresponde a ações, meios e condições para realização da instrução, é o principal meio e fator da educação.

Relação entre instrução e educação " Há uma unidade entre educação e instrução. Pode-se instruir sem educar e educar sem instruir.

Pedagogia " estuda a educação. Coloca a ação educativa como objeto de reflexão, visando descrever e explicar sua natureza, seus determinantes, seus processos e modos de atuar.

O trabalho docente, isto é, a efetivação da tarefa de ensinar, é uma modalidade de trabalho pedagógica e dele se ocupa a didática.

Processo pedagógico " orienta a educação para as suas finalidades específicas, determinadas socialmente, mediante a teoria e a metodologia da educação e instrução.

Educação consiste na mudança de comportamento frente a alguma instrução ou informação adquirida. Para que isso seja possível, é preciso um programa disciplinar com um objetivo muito bem definido, que terá como conteúdo instruções que possibilitarão a mudança ou transformação.

A educação, bem como a instrução, pode ser autodirigida, sem dirigida ou dirigida. No caso das crianças, ela sempre será dirigida, com instruções ou conteúdos escolhidos pelos pais, de acordo com o objetivo que querem atingir. Conforme os filhos e alunos vão adquirindo maturidade, estes podem começar a traçar os objetivos de vida para si e buscar as informações necessárias para atingi-los.

O processo educacional de um adulto envolve os três tipos de educação e instrução, que variarão de acordo com o objetivo que estes desejam alcançar.

Portanto, ninguém educa ninguém, só o ser escolhe que informações, que instrução recebida deverá aplicar na sua vida e isto explica, claramente, as diferenças de formação entre dois filhos que foram criados da mesma forma: cada um escolheu os valores e informações que fariam parte de sua personalidade.

      Contudo, a melhor forma de se escolher é conseguir observar na vida prática de outra pessoa, quais os resultados de suas escolhas, por isso é que pais e professores devem cuidar de se educar e ser felizes, pois as suas escolhas são observadas pelos pequenos e nelas se baseiam as suas decisões de vida futura.

     Este é um termo que tem sido utilizado indistintamente para se referir ao que se define como educação, e também tem sido empregado com a denotação dada aqui de ensino. Isso traz consigo um grande dilema. Soma-se a essa ambiguidade do termo, o fato de existirem erros de tradução de um idioma a outro. Mas, como o objetivo não é fazer a história das denotações desta palavra, se passa a delimitar sua concepção neste trabalho.

      Segundo Baranov, S.P. et al. (1989, p. 22) "a instrução constitui o aspecto da educação que compreende o sistema de valores científicos culturais, acumulados pela humanidade". Nesta perspetiva nota-se a coincidência com o próprio termo de educação. A instrução, não é diretamente um aspecto da educação, nem reside dentro desta, nem é inerente a ela; porém, deve ser considerada essa instrução, como uma das melhores formas de aperfeiçoar e otimizar o processo educativo, o que é diferente.

     A instrução não é inerente à educação; não obstante, através da instrução pode-se desenvolver a educação. Se os especialistas que consideram a instrução ou ensino como parte inerente à educação, se eles estiveram certos, não existiriam pessoas bem instruídas, pessoas já formadas, porém más educadas. Ou também, não existiriam analfabetos, sem alguma instrução, com uma "boa educação".

      A instrução não é inerente à educação; não obstante, através da instrução pode-se desenvolver a educação. Se os especialistas que consideram a instrução ou ensino como parte inerente à educação, se eles estiveram certos, não existiriam pessoas bem instruídas, pessoas já formadas, porém más educadas. Ou também, não existiriam analfabetos, sem alguma instrução, com uma "boa educação".

     É muito mais preciso, desde a óptica deste trabalho, o conceito de instrução valorado pelos alemães Neuner, G, et al. (1981, p. 112) enfatizando que na literatura pedagógica o conceito de instrução se emprega, na maioria das vezes, com a significação de ministrar e assimilar conhecimentos e habilidades, com a formação de interesses cognoscitivos e talentos, e com a preparação para as atividades profissionais.

      É possível que uma das causas pela qual a Didática seja considerada uma disciplina da Pedagogia consiste na falsa concepção de que a educação leva implícita dentro de si o processo de ensino. Portanto, como se expresso anteriormente que na língua científica não admite a sinonímia, Educação, Ensino e Instrução designam realidades diferentes.

     A Educação se centra na formação do ser humano, especificamente na construção da personalidade, enquanto o Ensino reflete o processo de otimização da aprendizagem (aprendência), a qual ajuda na formação do ser humano, mas não o define. Já a Instrução é uma forma de manifestar-se o ensino, onde se focaliza os aspectos de conhecimentos e saberes da realidade objetiva e subjetiva, que complementam o treinamento e a formação.

Interação professor-aluno

      A relação educador-educando não deve ser uma relação de imposição, mas sim, uma relação de cooperação, de respeito e de crescimento. O aluno deve ser considerado como um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento. Assumindo o educador um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo mais experiente. Por essa razão cabe ao professor considerar também, o que o aluno já sabe, sua bagagem cultural e intelectual, para a construção da aprendizagem.

      O professor e os colegas formam um conjunto de mediadores da cultura que possibilita progressos no desenvolvimento da criança. Nessa perspectiva, não cabe analisar somente a relação professor-aluno, mas também a relação aluno-aluno. Para Vygotsky, a construção do conhecimento se dará coletivamente, portanto, sem ignorar a ação intrapsíquica do sujeito.

      Para Piaget a aprendizagem do estudante será significativa quando esse for um sujeito ativo. Isso se dará quando a criança receber informações relativas ao objeto de estudo para organizar suas atividades e agir sobre elas. Geralmente os professores “jogam” somente os símbolos falados e escritos para os alunos, alegando a falta de tempo. Segundo Piaget esse tempo utilizado apenas para a verbalização do professor é um tempo perdido, e se gastá-lo permitindo que os alunos usem a abordagem tentativa e erro, esse tempo gasto a mais, será na verdade um ganho.

       O modelo tradicional de intervenção do professor consiste em explicar como resolver os problemas e dizer “está certo” ou “está errado”. Isso está contra a teoria da psicologia genética de Piaget, que coloca a importância da observação do professor sobre o aluno. Uma observação criteriosa, para ver o momento de desenvolvimento que a criança está vivendo, assim saber que atividade cognitiva aquele aluno estará apto a investigar. O professor será o incentivador, o encorajador para a iniciativa própria do estudante.

Como é a convivência em sua sala de aula?

       Essa é uma pergunta essencial que educadores de todos os níveis de aprendizado devem se fazer. Afinal, ter uma boa convivência com os alunos, em vez de alimentar relações conflituosas e de tensão, é uma ótima forma de garantir um ambiente saudável, muito mais propício ao aprendizado.

      Salas de aula com brigas constantes, alunos desafiando a autoridade do professor a todo momento e processos de intimidação definitivamente não favorecem a convivência adequada entre professores e alunos. Mas fato é que, infelizmente, essa tensão pode estar ainda mais presente no ensino de adolescentes da chamada geração Z.

A relação professor-aluno é fundamental em todos os níveis e modalidades de ensino. Através dela o aluno pode ser motivado construir o seu conhecimento.

Interação aluno-aluno

A pesquisa sobre as características interativas sugere que os alunos convencionais tem posicionamentos mais favoráveis quanto aos aspectos da aprendizagem.

A interação aluno-aluno são mais importantes para os alunos convencionais mais suáveis e lideres para aqueles mais inibidos e agressivos do sistema a distância.

A relação dos alunos entre si na sala de aula. Dentro da sala de aula não existe somente a relação entre os alunos e o professor, há também a relação entre os próprios alunos, que é de suma importância, pois quando usada com estrutura e senso de direcção professor consegue transmitir-lhes mensagens. O professor ao fazer isso necessita de cuidado, que para que as situações criadas não levem à rivalidade, à competividade e sim à cooperatividade.

Conclusão

Em primeiro gostaria de agradecer ao formador Júlio Lourenço Chimonzo por nos dar de investigação científica para o bom melhoramento nos nossos estudos sobre os componentes do processo de ensino aprendizagem.

A divulgação científica sobre temas de educação e de ensino, especificamente, faz com que a cada dia se siga desvirtuando essas atividades; e por tanto, o investimento financeiro, material e humano do Sistema Nacional de Educação, não seja efetivo. Já este aspecto não é uma questão científica propriamente, corresponde à política científica tecnológica para serem aplicadas no contexto social. O objetivo aqui é só, esclarecer, desde nosso modesto ponto de vista, a necessária distinção entre Educação, Ensino e Instrução. A partir daqui, ficaria mais claro os outros aspectos que ajudam a desmitificar a falsa unidade dialética entre educação e ensino. Assim lograríamos um dia, a necessária sentença de que devemos ensinar educando, mas não só educar ensinando. Isso é fundamental para poder redimensionar o papel da escola dentro da sociedade. Esta distinção não focaliza distinção, só por distinguir, senão leva implícito um posicionamento dinâmico-participativo sobre o fato que ensinar não é diretamente proporcional à educação. O ensino em si é a forma ótima para desenvolver o processo educativo, mas não a educação como um todo.

Recomendações

Venho por este meio recomendar-vos a uma boa continuidade a aplicar-se intensivamente nos estudos em função dos requisitos da formação, respeitando um do outro, a comunidade próxima da instituição, a direcçao da escola.

Aos formadores, recomendo que procedam de maneira equitativa na avaliação dos seus formandos, não se deixado levar levar pelos preconceitos.

E aos leitores em geral, que tenham este trabalho como manual de apoio para o tema em desenvolvimento, o que lhes será útil no momento que procurarem conteúdos sobre os componentes do processo de ensino e aprendizagem.

Bibliografia

Arias, J. F. (2004). Perspectivas recientes en el estúdio de la motivación: la teoría de la orientación de meta. Revista Electrónica de Investigación Psicoeducativa, 2 (1),             35-62.

            Disponível em: http://www.investigacion-psicopedagogica.org

Boruchovitch, E. (1999). Estratégias de aprendizagem e desempenho escolar: Considerações para a prática educacional. Psicologia: Reflexão e Crítica, 12 (2),             361- 367.

Boruchovitch, E. (2009). A motivação do aluno (4.ª ed.). Rio de Janeiro: Editora Vozes.

 

 


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